Tudo andava tão tranquilo
A chuva caía, o sol saía e eu escrevia
O dia começava, a noite chegava e eu trabalhava
O silêncio batia, uma companhia surgia e eu respondia
Alguém ligava, o telefone tocava e eu conversava
Não havia mais sinal de nada daquilo
Até que o velho fantasma apareceu
E tudo o que vi foi um breu
Pensei que ele tinha vindo para tirar o que agora é meu
Mas não, de repente ele desapareceu
Após meia dúzia de palavras e respiros, a assustadora forma branca se desfez
Transformou-se em um belo pacote embrulhado para presente
E foi como se ele nunca tivesse tido vez
Como se a serenidade sempre tivesse sido onipotente
Hum….
dhois…
… olha a poesia chegando para ficar na vida da Anita!
Amo essa minha amiga!
Atacando de poetisa, q legal!
Manézinha da ilha, responde meu email!
bjo